31 de maio de 2011

Jesus foi ao inferno?


Há duas passagens no Novo Testamento que, tomadas de certa forma, pareceriam indicar que Cristo desceu ao inferno. Uma está em Efésios 4:9, onde é dito que Cristo desceu às partes mais baixas da terra. Isso provavelmente significa que ele desceu à terra, que é as partes mais baixas. O “da” ali não significa que ele estava afundando na terra. Assim, não penso que o texto garanta a interpretação que ele desceu ao inferno. 
O outro texto é 1 Pedro 3:18-20, onde é dito que Cristo foi pregar aos espíritos que agora estão em prisão. Isto é, eles tinham morrido – tendo vivido nos dias de Noé – e estão agora em prisão; e Cristo foi pregar a eles. Alguns tomam isso como significando que entre a Sexta Feira da Paixão e o Domingo da Ressurreição, Cristo desceu ao inferno e pregou o evangelho ali. Mas tampouco penso que esse seja o significado desse texto. Acredito que ele significa que, quando essas pessoas estavam vivas nos dias de Noé, o Espírito 
de Cristo pregou a eles através da pregação.

Assim, minha conclusão é que não existe nenhuma base textual para 
crer que Cristo desceu ao inferno. De fato, ele disse ao ladrão sobre a cruz: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso”. Essa é a única pista que temos quanto ao que Jesus estava fazendo entre a morte e a ressurreição. Ele disse, “Hoje – na tarde dessa Sexta, após estarmos mortos – você e eu estaremos no Paraíso juntos”. Não penso que o ladrão foi ao inferno e que o inferno seja chamado Paraíso. Acredito que ele foi para o céu, e que Jesus 
estava ali com ele. Dessa forma, eu não digo aquela frase “ele desceu ao inferno [hades]” quando recito o Credo Apostólico. Estude você mesmo e veja se encontra outros fundamentos para tal afirmativa. Quanto a mim, diria que o fundamento para essa sentença particular no Credo Apostólico é,biblicamente falando, muitíssimo fraco.

Por John Piper
Tradução:Felipe Sabino de Araújo Neto


27 de maio de 2011

O problema é lembrar!

Após um tempo de desgaste e fraqueza espiritual, onde dá pra "sobreviver" empurrando a vida com a barriga, não levando tão a sério os compromissos que eu já tinha antes... Quando não faz tanta diferença a miséria de tempo que separo para fingir que tenho comunhão com Deus (oração), e vive-se um dia após o outro pedindo que Deus tome uma atitude por mim, quando sou eu quem na verdade precisa fazer alguma coisa... só não sei por onde começar...!

"Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras;" Ap 2.5a


O problema é lembrar aonde caímos... essa pode ser a descrição da vida de muitos que um dia forma fervorosos e hoje não mais. Será que vale a pena viver o resto dos dias assim? Precisamos de revelações divinas para mostrar exatamente onde nossos corações deixaram de arder por Jesus?

Quando perdemos algo no caminho de casa, voltamos o trajeto, repetindo os passos até encontrar... Talvez a resposta esteja em parar e refletir sobre o caminho que temos percorrido até agora, para encontrarmos o que perdemos. Reencontrar o 1º amor.


Melissa Augusto

25 de maio de 2011

Homofobia - Um esclarecimento Necessário

A palavra homofobia está na moda. No mundo inteiro discute-se a questão do homossexualismo. Em alguns países já se aprovou a lei do casamento gay. Aqui no Brasil, tramita no congresso um projeto de lei (PL 122/2006), que visa a criminalização daqueles que se posicionarem contra a prática homossexual.
O assunto que estava adormecido, em virtude de firme posição evangélica contra o referido projeto de lei, mormente na efervescência da campanha política de 2010, ganhou novo fôlego com a nova proposta da senadora Marta Suplicy (PT-SP), que pleiteia a reclusão de cinco anos, em regime fechado, para quem se posicionar publicamente contra o homossexualismo. Diante desse fato, quero propor algumas reflexões:
Em primeiro lugar, esse projeto de lei fere o mais sagrado dos direitos, que é a liberdade de consciência. Que os homossexuais têm direito garantido por lei de adotarem para si o estilo de vida que quiserem e fazer suas escolhas sexuais, ninguém questiona. O que não é cabível é nos obrigar, por força de lei, concordar com essa prática. Se os homossexuais têm liberdade de fazer suas escolhas, os heterossexuais têm o sagrado direito de pensar diferente, de serem diferentes e de expressarem livremente o seu posicionamento.
Em segundo lugar, esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais. O respeito ao foro íntimo e à liberdade de consciência é a base de uma sociedade justa enquanto a liberdade de expressão é a base da democracia. Não podemos amordaçar um povo sem produzir um regime totalitário, truculento e opressor. Não podemos impor um comportamento goela abaixo de uma nação nem ameaçar com os rigores da lei aqueles que pensam diferente. Nesse país se fala mal dos políticos, dos empresários, dos trabalhadores, dos religiosos, dos homens e das mulheres e só se criminaliza aqueles que discordam da prática homossexual? Onde está a igualdade de direitos? Onde está o sagrado direito da liberdade de consciência? Onde o preceito da justiça?
Em terceiro lugar, esse projeto de lei degrada os valores morais que devem reger a sociedade. O que estamos assistindo é uma inversão de valores. A questão vigente não é a tolerância ao homossexualismo, mas uma promoção dessa prática. Querem nos convencer de que a prática homossexual deve ser ensinada e adotada como uma opção sexual legítima e moralmente aceitável. Os meios de comunicação, influenciados pelos formadores de opinião dessa vertente, induzem as crianças e adolescentes a se renderem a esse estilo de vida, que diga de passagem, está na contramão dos castiços valores morais, que sempre regeram a família e a sociedade. O homossexualismo não é apenas uma prática condenada pelos preceitos de Deus, mas, também, é o fundo do poço da degradação moral de um povo (Rm 1.18-32).
Em quarto lugar, esse projeto de lei avilta os valores morais que devem reger a família. Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27). Ninguém nasce homossexual. Essa é uma prática aprendida que decorre de uma educação distorcida, de um abuso sofrido ou de uma escolha errada. Assim como ninguém nasce adúltero, de igual forma, ninguém nasce homossexual. Essa é uma escolha deliberada, que se transforma num hábito arraigado e num vício avassalador. Deus instituiu o casamento como uma união legal, legítima e santa entre um homem e uma mulher (Gn 2.24). A relação homossexual é vista na Palavra de Deus como abominação para o Senhor (Lv 18.22). A união homossexual é vista como um erro, uma torpeza, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28). A Palavra de Deus diz que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, a não ser que se arrependam dessa prática (1Co 6.9,10). Porém, aqueles que se convertem a Cristo e são santificados pelo Espírito Santo recebem uma nova mente, uma nova vida e o completo perdão divino (1Co 6.11).
Hernandes Dias Lopes
Post retirado do Blog Eu Escolhi Esperar

22 de maio de 2011

Sobre os frutos...

“Assim toda a árvore boa produz bons frutos, e toda árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar bons frutos.” Mateus 7.17, 18.
A árvore boa se conhece pelos frutos. A árvore boa produz frutos bons e a arvore ruim produz frutos ruins. Simples assim! Infelizmente não tão simples.
Por muito tempo baseava a maneira como via os crentes dentro da igreja dessa maneira.Árvore boa é aquela que produz bons frutos, ou seja crente verdadeiro é aquele cuja as obras são “maneiras”, são bonitas. Crentes não tão bons assim, não tem obras tão legais.
Talvez não só eu mas muitas pessoas lidam com esse tipo de visão, mas uma visão puramente exterior de toda a situação. Olhamos os frutos bonitos, mas não nos preocupamos se eles são frutos comestíveis. São bonitos, mas talvez sejam azedos, ruins, não tão desenvolvidos assim, podres por dentro, com bichos. Enfim, o fruto bom não é aquele lindo, mas é aquele que é comestível. Pode ser não tão apreciado, mas ele é comestível, ele alimenta, é gostoso.
Mas então o que seria um fruto comestível?
Não adianta apenas proclamarmos o nome de Cristo, se não vivemos o que falamos. Não adianta fazer tantas coisas se não vivemos o Evangelho do amor, que deveria ser a nossa motivação em todo fazer. Uma palavra sem uma vida com Cristo, sem uma caminhar com Cristo,sem uma busca por Cristo de nada adianta. É só uma palavra, que entra e sai facilmente pelos ouvidos. Ao falar de algo que não vivemos, não temos nenhuma autoridade. Nossas motivações para falarmos as pessoas, se tornam simplesmente a glória, a vaidade, a exaltação do meu conhecimento, que são os bichos no fruto que muitas vezes não vemos.  Frutos bonitos, nem sempre são frutos bons. Será que as pessoas vem até você para comer dos frutos comestíveis da sua vida?
Pensemos nisso....

No Amor de Cristo, e no computador da minha mãe!
Douglas Lopes

13 de maio de 2011

10 de maio de 2011

Parecido com Jesus no Amor


Talvez poucos saibam, mas o Parecido com Jesus há mais ou menos 1 ano realiza trabalhos sociais no Lar da Criança da Cidade Batista. Desde o dia 13 de Março de 2010 estamos quase todos, senão todos os sábados com essas crianças. Essa galerinha na foto, foi a primeira turminha com quem nós trabalhamos. Graças a Deus,a maioria deles hoje foram encaminhados para uma família. Hoje a turma está completamente renovada =D.

Falo isso não para recebermos elogios ou reconhecimento de nenhum de vocês. Vim testemunhar um pouco do que Deus tem feito em minha vida, durante todo esse ano, e convocar cada um de vocês também.

Durante todo esse ano passei de maneira ainda maior a me importar com a necessidade do próximo, e me importar com crianças. Ainda não creio que meu ministério seja com crianças, mas nada impede que eu não possa trabalhar com elas certo? Aprendi que não é necessário muito para ser importante para essas crianças que tem uma vida tão sofrida, sem o carinho de um pai ou uma mãe. Nunca precisei de muito dinheiro, ou presentes, ou roupas ou coisas legais para receber muitos EU TE AMO, beijos e abraços. Apenas a disponibilidade de estar com elas, pra elas já é algo importante. Aprendi a valorizar mais os meus pais (não confundam, não falei que me tornei o filho perfeito kkkk). Experimentei sentimentos que talvez pessoas nunca tenham experimentado em uma vida. Experimentei um pouquinho do que é ser pai(mas creio que o sentimento de um pai ainda é bem amor), experimentei a angústia de ver crianças tão indefesas sofrerem, experimentei o sentimento da perda, a angústia da despedida, a preocupação sincera. Trabalhar com crianças nós aprendemos a não esperar nada em troca, afinal o que uma criança tem a nós oferecer além do carinho. Elas já me falaram que eu era muito ruim, mas também que eu sou o melhor pai que alguém já teve. Já me abraçaram, como já me bateram(kkkkk Tenso). Já abracei, como já coloquei de castigo(acredite, com o tempo você aprende.) Enfim sou grato a Deus por esse ano. O trabalho está longe de estar bom...ainda temos uma longa caminhada, e muito trabalho pela frente. Muitas crianças ainda virão e para muitas diremos tchau. Talvez para sempre, talvez não. 

Não vou mentir e dizer que é fácil. Eu sofro demaissssssssss. Mas isso me faz sentir um pouquinho mais perto de Deus. Às vezes me sinto cansado por não receber muita ajuda. Mas creio que muito dessa falta de ajuda também é culpa nossa. 

Agora explico o porque desse POST. Quero convidar cada um de vocês a nos ajudar. Em oração, ou de qualquer maneira que vocês puderem. Até mesmo quem quiser trabalhar conosco... Nos chame no twitter, e a gente vê se dá. E se você está longe, e sempre quis participar de um projeto, comece você mesmo. Se você quiser ajuda, converse conosco, a gente dá um help pra você.

O que não podemos é ficar parado esperando, enquanto muitos tem sofrido.

Obrigado Deus, porque até aqui nos trouxe.

Douglas Lopes

A nova logo do PJ!

E aí? Comente e dê a sua opnião!!
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